quarta-feira, 10 de abril de 2013

Você produz suco ou bagaço?


Há alguns dias fui parado na rua por um senhor que me questionava sobre alguns trabalhos que eu desenvolvo, tendo como alegação de que serviram como “críticas construtivas” para que eu melhorasse em algumas coisas... Na mesma tarde uma jovem universitária me procurou para se oferecer como voluntária nos mesmos trabalhos e com muitas outras ideias que acrescentariam, em muito, no desenvolvimento das atividades. Por um tempo comparei o comportamento de cada um. Palavras... Gestos... Expressão... Tom...  Por fim concluí que temos o grande dom de sermos “filtros”... Sim, filtros na sociedade! A única diferença é que alguns, lamentavelmente, têm a habilidade de viverem invertidos em seus julgamentos quando se trata de “filtrar” as suas opiniões a respeito do que veem, percebem, avaliam... A cada dia que passa cresce o número de pessoas que, orgulhosamente, possuem a capacidade de “pegar a fruta, jogar o suco e aproveitar o bagaço...” Pessoas que pra tudo possuem uma opinião dramática ou sinistra e, geralmente, com final infeliz. Vamos repensar sobre como temos agido na vida. Eu tenho colaborado com ideias, soluções, formas de se fazer ou tenho sido apenas um “filtro” invertido para a sociedade? Há muitas formas de se colaborar com a transformação do mundo, mas garanto que ficar jogando opiniões “pessimistas” aos ventos não muda absolutamente NADA! Seja um filtro eficiente... Produza suco e não apenas bagaço... Estou torcendo por você!!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Em árvore que não dá fruta...


Tenho percebido o quanto as pessoas têm se preocupado com os que "falam" sobre suas vidas, chegando ao ponto de resultar em processos, brigas, discussões... Mas também percebo uma crescente mania de "falo o que quiser e quando quiser"... E aí, onde está o limite de tudo isso? Não é muito difícil: no RESPEITO!!  Como mudar? Parto do princípio de que quem fala aos ventos não tem coragem de falar a quem precisa ouvir... A "coragem virtual" é cada vez mais presente fazendo de "covardes comentadores" da vida alheia, grandes críticos do cotidiano... Será que encarariam os seus alvos? É facílimo comentar, criticar, dizer, achar sobre o outro usando terceiros para ouvir,  imaginando que isso pode chegar a quem interessa, ou nem interessa... Torna-se ainda pior quem dá ouvidos, passando-se a cúmplice do "ser" em questão. Fácil!! É só dizer: E o que eu tenho com isso? Há também aqueles que fazem por merecer que chegue alguém (sem covardia)  e diga-lhe algumas coisinhas para lembrá-lo de como se manter no seu nível de respeito às pessoas e o ambiente em que vive, trabalha, diverte-se... Até as plantas precisam, de vem em quando, de umas podas para seu melhor desenvolvimento... Falando em plantas, lembrei-me de uma frase de minha avó que serve muito para aqueles que são alvos dos "críticos" em questão: "Em árvore que não dá fruta ninguém bate com pau..." Sucesso!!!

domingo, 6 de janeiro de 2013

Cuidado com os excessos...



Cuidado com os excessos...

Excesso de auto-estima é narcisismo...
Excesso de confiança é imprudência...
Excesso de amor é obsessão...
Excesso de medo é fobia...
Excesso de religião é fanatismo....
Excesso de coragem é arrogância....
Excesso de humildade pode virar humilhação...
Excesso de insatisfações é falta de amor próprio...
Excesso de tristeza pode ser depressão...
Excesso de ambição é ganância...
Excesso de descuidos é relaxo...
Excesso de perguntas, confusão...
Excesso de sexo é doença...
Excesso de amores, insatisfação...

Viva! Mas viva com ponderação...

terça-feira, 31 de julho de 2012

Ficar na fossa ou refletir?




Até a algum tempo atrás era muito comum encontrarmos os projetos “motivacionais” nas empresas, escolas, instituições... Mas vocês repararam que agora, com tantas coisas que são postadas nas redes sociais, as pessoas estão quase que proibidas de ficarem tristes e desmotivadas? O que se torna perigoso é a falta de interiorização para a busca de soluções e crescimento do “eu” como ser pensante e capaz de modificar sua própria forma de agir. Estas descargas diárias de frases dizendo: “Você não pode abaixar a cabeça”, “Você é melhor que tudo isso”, “Mostre que você é grande”; são doses anestésicas de bem estar, mas que não resolvem efetivamente a causa e promovem, em alguns casos, a dessensibilização excessiva para certas emoções. De forma alguma são frases nocivas e que mereçam ser ignoradas, mas permita-se em alguns momentos experimentar também os seus momentos de penumbra para que possa dar mais importância e vibrar no momento que consegue, com seus méritos, fazer acender a luz. São nos momentos de dificuldades que aprendemos a ser fortes, pacientes, ponderados, calmos, racionais... Sem precisar que sejamos “insensíveis”. É isso aí!! Tudo na vida tem seu propósito... MUITO SUCESSO PRA VOCÊ, mesmo que tenha que curtir aquela gostosa fossinha, que prefiro chamar de “SOLITUDE”... 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Será que serve?



Ao passar por uma pequena concentração de meninas que saiam do colégio ouvi algo que me fez refletir: “Não me serve”? Adeus! Tem fila de espera...” Até então eu achava que o que servia era blusinha, calça, sapato... Será que a relação humana ou até o relacionamento não está tomando rumos egoístas do “me servir, me fazer bem, me realizar, me satisfazer...”? Um dos maiores objetivos de vivermos em sociedade é o desafio de nos adaptarmos uns aos outros sem que prejudiquemos a quem quer que seja. A que se vê parece que “sentimento” e emoção” não é mais a voga. A relação humana se constrói com contribuições mútuas, seja no momento de avançar ou no momento de ceder. Fazer “sucesso” nas redes sociais não significa que está tão bem assim (?). O que percebo é que a grande maioria daqueles que se dizem apenas com a capacidade der serem servidos, se encontram sozinhos, solitários, incompreendidos... Mais uma vez se aplica a lei do retorno, entendida e pregada de tantas formas. Pensando nisso, reflita... Tente... Já conseguiu? Parabéns!!! Não esqueça: Estou torcendo por você!!

terça-feira, 13 de março de 2012

Cuide do passageiro...


Vi em uma reportagem em que um motorista teve que pagar cem salários mínimos e mais pensão alimentícia para a família de um rapaz a quem deu carona e que morreu após um acidente. O rapaz não usava cinto de segurança e a lei responsabilizou o condutor. É de se pensar... Na vida damos carona pra muitas pessoas, até que se tornem indispensáveis em nossas vidas, mas nem sempre nos sentimos responsáveis por elas. Não temos coragem ou confiança de, às vezes, largar a direção e sermos os "passageiros" na situação.... Ou não temos o cuidado de verificar se, àqueles a quem conquistamos estão "seguros" no caminho que  nós mesmos oferecemos. Já dizia Exupéry: "Você se torna eternamente responsável por quem cativas." Agora percebemos, então,  que a questão é de "responsabilidade" mesmo, comprometimento com quem chamamos para perto. Aceitação, confiança, respeito... Nas amizades, relacionamentos, família... Devemos, não por obrigação, mas pela lei natural da relação humana, nos dedicar um pouco mais com o bem estar daqueles que nos rodeiam e nos amam. Ah sim! Você acha que talvez a pessoa não faça o mesmo por você? Não importa! Faça a sua parte... Com certeza se sentirá mais feliz e não correrá o risco de "percorrer o caminho sozinho". Estou torcendo por você!!! 

sexta-feira, 9 de março de 2012

EU ACHO...


Uma frase que tenho ouvido e visto com uma frequência absurda é esta: "Eu acho que deveria..." Como é fácil achar, não? Por vezes eu achei até que tinha a solução para a paz no mundo. Lembro até de um aluno de ensino fundamental que achou que a solução para acabar com a seca no Nordeste e enchente no Sul estava no fato de, simplesmente, virar o mapa de cabeça para baixo... Nós "achamos" sobre os fatos, pessoas, situações, comportamentos, cor da roupa da vizinha, a vida dos outros... Que saudade da professora que dizia: "Quem acha não tem certeza. Quem não tem certeza, é melhor que fique quieto". Vale lembrar que tomar outra postura não é simplesmente trocar a palavra "acho" pelo "acredito" mas experimentar, verificar, concluir, fundamentar aquilo que defende e acredita. O exercício da auto-confiança ou auto-afirmação não se torna eficiente no simples fato de "falar" o que pensa ou acha mas, principalmente, falar e acreditar na coisa certa e no momento oportuno. Tem muita gente por aí que "fala" demais e, sem saber, constrói sua própria ridicularização. Penso que não é à toa que temos dois ouvidos e apenas uma boca. Antes de "acharmos" algo é melhor sabermos, no mínimo, o dobro... Quem sabe não teremos mais créditos. Sucesso pra você!!!